Minha Historia

Eu, em poucas palavras

Desde sempre eu conecto idéias e pessoas que não foram feitas para ficar juntas.

 

Quando criança, brincava frequentemente com Lego e Playmobil. Abandonava as instruções e criava cenas totalmente novas, mundos inteiros cheios de comunidade e colaboração.

Minha experiência como líder, consultor e conselheiro é que, em cenários altamente complexos, não há instruções. Podemos projetar processos e curar diferentes experiências, mas no final, os planos nunca correspondem à realidade e a influência acontece de diversas maneiras. 

Portanto, até hoje, eu faço o mesmo que fazia quando era criança: Desenho processos e espaços personalizados para que meus clientes possam co-criar seu futuro emergente, um passo de cada vez, para si mesmos e para suas comunidades. 

Jump-in-the-dunes.png

O segredo para o futuro do trabalho não está em escolher as ferramentas certas, mas em aprofundar a conexão humana.

A história mais longa

Deixei a universidade como generalista com uma paixão pela política internacional e o desejo de mudar o mundo para melhor. Este desejo me levou à Food and Agriculture Organization of the UN em Roma, e mais tarde a trabalhar para o International Food Policy Research Institute em Washington, DC.

 

Trabalhei em temas que vão desde a gestão de recursos naturais e direitos de terra, até a segurança alimentar. Desde a adoção de tecnologia e cadeias de valor agrícola, até gênero e empoderamento das mulheres.

 

O fio condutor em todos esses projetos era a colaboração. Eu ajudei a construir e coordenar redes internacionais de pesquisadores e profissionais de desenvolvimento.

 

Isto incluiu cada vez mais a colaboração além do workshop e conferência ocasionais, utilizando ferramentas on-line.

 

Em 2009, quando saí do mundo 9-5, foi nisto que comecei a me concentrar: como ajudar os grupos distribuídos a trabalharem juntos de forma mais eficaz on-line. Minha empresa, a Radical Inclusion, foi uma das primeiras a oferecer suporte para o desenvolvimento de equipes remotas quando as empresas ainda pensavam que este era apenas mais um modismo.

Nos últimos 20 anos, eu aprendi que não é a tecnologia, não são as ferramentas ou sistemas que impulsionam o sucesso da equipe, mas o grau em que todos os membros da equipe podem se sentir (psicologicamente) seguros para serem eles mesmos e agirem autenticamente.

 

Portanto, para superar os desafios do nosso tempo e mudar a maneira como vivemos e fazemos negócios, temos que nos tornar cada vez mais autênticos, cada vez mais nós mesmos, não escondendo nada:

… nem os presentes que trazemos pois eles podem mudar o mundo;

… nem a dor que carregamos pois ela é o que nos faz esconder nossos dons.

 

Por muitos anos eu levei, o que parecia por fora, uma vida muito agradável: trabalhando remotamente por 20-30 horas por semana, podendo morar onde eu quisesse.

 

No entanto, eu me senti desmotivado, dessincronizado e preso! 

 

Após o nascimento de minha filha, em 2012, e um diagnóstico de câncer logo depois, finalmente tomei a coragem de enfrentar minhas feridas e as dores que elas causavam. A partir daí, consegui encontrar o caminho para mim mesmo e, como resultado, uma vida mais feliz, mais plena. 

 

Em retrospectiva, esta tem sido a minha jornada de cura. Tem sido um presente e eu quero compartilhá-lo com você.